Dificuldades atuais no convívio em sociedade

A Sociedade e você

Não bastassem as dificuldades que vivemos em nossas famílias, somos obrigados a conviver com centenas ou milhares de pessoas durante nossas vidas, que nada tem a ver com o que queremos ou o que somos.

Se as diferenças entre pais e filhos, irmãos, cunhados, primos e agregados já nos atormentam os feriados e encontros anuais de família, o que diremos da vida diária, conectados ao porteiro, aos vizinhos, aos colegas de trabalho e à infinidade de pessoas que hoje se conectam com a nossa vida, através das redes sociais e aplicativos de celular?

Numa era em que a comunicação se tornou digital e em tempo real, aparentemente estamos mais conectados com o mundo e às pessoas, mas não nos damos conta de que, na maioria das vezes, a rapidez e quantidade de conexões influenciaram os nossos relacionamentos de forma mais negativa do que positiva, uma vez que escutamos menos, distribuímos nossa atenção a milhares de assuntos e pessoas ao mesmo tempo, e ainda de maneira superficial e momentânea.

Perdemos o olho no olho

Perdemos os “olhos nos olhos”, o sentir a alma do outro.

O “oi, tudo bem?” substituiu o verdadeiro desejo de perguntar: “Como você está?” e o parar para ouvir a resposta com vontade e atenção.

E se não fazemos isto nem com os nossos, como esperar o mesmo de uma sociedade enlouquecida pela rapidez e eficiência do mundo moderno, para com nós mesmos?

Se no mundo falta interpretação de texto, falta mais interpretação do outro.

Lemos nossas mensagens como queremos.

Se para uns a letra maiúscula pode parecer um grito, para outros, pode chegar como um riso e ainda para outrem como um pedido de atenção.

Se pessoalmente o entendimento do outro nunca é cem por cento fiel ao que se desejou, por e-mails, mensagens, fotos e áudios, nossa comunicação perdeu em discernimento, à mesma velocidade que ganhou em agilidade.

A comunicação se perde apenas no mundo digital

Nossa comunicação se tornou digital, nossa vida e nossos relacionamentos estão a cada dia num nível muito mais virtual do que real.

Nos adaptamos e nos moldamos a uma era em que a velocidade deu abertura à superficialidade em nossas vidas. Nos tornamos, pouco a pouco, mais frios e individualistas.

Sedentos de um sorriso e de um pouco de gentileza, nos rendemos a poucas mensagens aparentemente carinhosas no Whatsapp ou no Facebook.

Nos contentamos com os poucos segundos de prazer que isto nos proporciona, mas nos contagiamos com esta necessidade e nos vemos em seguida no vício pelas redes sociais e aplicativos.

Tem sido difícil ser gentil e tão menos ainda demorado com nossos amigos e familiares.

Sorrir ao desconhecido na rua parece que se tornou mais do que boa educação, mas um esforço diante da pressa que possuímos em cumprir todos os deveres do dia.

E sofremos a consequência do que nós mesmos acabamos por fazer: não recebemos mais sorrisos, gentilezas, um olhar mais demorado e alguém que nos ouça quando queremos desabafar sobre o dia difícil ou a dor nas costas de uma noite mal dormida.

Reavalie suas escolhas

Viver se tornou esquisito!!!

Uma lista de afazeres sem fim, objetivos e medidores de nossa própria eficiência.

Até conseguimos entender a necessidade de nos tornamos tolerantes e pacientes uns com os outros, mas sofremos a dor de não sermos mais vistos ou sentidos em nossa essência, dia após dia, hora após hora, o que parece tornar nossas vidas sem vida.

Aonde iremos parar com os nossos níveis de relacionamentos? Não sabemos.

Mas fato é que ninguém nasce para ser uma ilha. E mesmo com todas as dificuldades, falta de afeto e excessos de superficialidade, continuaremos nos adaptando e até mesmo aceitando e dando cada vez menos.

Por: Carolina Vila Nova

 

Deixa o barro secar

Uma vez uma menina ganhou um brinquedo no dia do seu aniversário.
Na manhã seguinte, uma amiguinha foi até sua casa para lhe fazer companhia e brincar. Mas a menina não podia ficar com a amiga, pois tinha que sair com a mãe.
A amiga pediu que a menina a deixasse ficar a brincar com o seu brinquedo novo até que ela voltasse. Ela não gostou muito da ideia, mas por insistência da mãe, acabou por aceitar.
Quando voltou para casa, a amiguinha já não estava lá e tinha deixado o brinquedo fora da caixa, todo espalhado e quebrado.
Ela ficou muito brava e queria ir até à casa da amiga para pedir satisfações no mesmo instante.
Mas a mãe ponderou:
– Lembra-te daquela vez que um carro meteu lama no teu sapato?

–Quando chegaste em casa querias limpar imediatamente aquela sujeira, mas a tua avó não deixou.

–Ela disse que tu deverias primeiro deixar o barro secar. Depois, seria mais fácil limpar!
E prosseguiu dizendo:
– Com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro, depois será bem mais fácil resolver tudo.
A seguir a campainha tocou, era a amiguinha .
-Toma este brinquedo novo, não foi culpa minha, mas sim de um menino invejoso que por maldade estragou o brinquedo quando eu brincava com ele no jardim.
E a menina respondeu:
– Não faz mal, minha “raiva” já secou!

Discussões no dia-a-dia, nos relacionamentos e no trabalho podem levar as pessoas a ter sentimentos de raiva. Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para somente depois limpa-lo. Assim você não corre o risco de cometer injustiças.

E o Natal chegou!

Chegou o Natal! Ho,Ho,Ho,Ho

A véspera natalina, 24 de dezembro, é um dos dias mais festejados do ano. Além do significado religioso, a data preserva características que fazem com que a maioria de nós espere ansiosamente pelo dia: as crianças aguardam a chegada de Papai Noel, acontece a troca de presentes, todos se fartam da ceia maravilhosa, quase sempre preparada pela avó, e parentes colocam em dia as fofocas familiares. Em meio a tantas coisas boas, acabamos nos esquecendo o real sentido da comemoração.

O Natal é um feriado religioso que simboliza o nascimento de Jesus Cristo. Nem toda religião crê na existência de Jesus, mas em um país de maioria cristã – como é o caso do Brasil –, há uma verdadeira comoção em torno da data. São árvores repletas de bolinhas enfeitando as casas, luzinhas piscando pelas ruas, lojas abarrotadas de clientes, e o cheirinho indefectível de peru invadindo a cozinha. Difícil não curtir esta época do ano.

As crianças são as mais animadas com a festa. A chegada de Papai Noel cria expectativas no imaginário dos pequenos. Quem não guarda lembranças dos natais de sua infância, e dos brinquedos trazidos pelo bom velhinho?

Durante todo o ano temos comemorações com significados históricos, mas nada se compara à carga emocional que o Natal tem. Seu significado afetivo-emocional ultrapassou o aspecto religioso da festa. E isso não acontece só com as crianças, com adultos também. Eles estão marcados pelos muitos significados e lembranças.

Um Feliz Natal a você e seus familiares!!

Muita luz, paz, harmonia, saúde e toda a felicidade do mundo!

As marcas que deixamos

Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.

Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era “Uma informação, por favor” e não havia nada que ela não soubesse. “Uma informação, pôr favor”, poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível, mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone.

Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: “Uma informação, pôr favor”. Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido. “Informações”.

-Eu machuquei meu dedo…, disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.

“A sua mãe não esta em casa?”, ela perguntou.

“Não tem ninguém aqui…”, eu soluçava.

“Está sangrando?”

“Não”, respondi.

“Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo…”

“Você consegue abrir o congelador?”, ela perguntou. Eu respondi que sim.

“Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo”, disse a voz.

Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação, por favor” por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Filadélfia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.

Então, um dia Petey meu canário morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável.

Eu perguntava: “Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?”

Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:

“Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também…”

De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor. No outro dia, lá estava eu de novo.

“Informações”: disse a voz já tão familiar.

“Você sabe como se escreve ‘exceção’?” Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga.  “Uma informação, por favor” pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.

Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho.

Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi: “Uma informação, pôr favor”. Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:”Informações”.

Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: “Você sabe como se escreve ‘exceção’?”

Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave:

“Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul”.

Eu ri. “Então, é você mesma!”, eu disse. “Você não imagina como era importante para mim naquele tempo”.

“Eu imagino”, ela disse. “E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todo os dias que você ligasse”.

Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã. “É claro!”, ela respondeu. “Venha até aqui e chame a Sally”.

Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu:”Informações”.

Eu pedi para chamar a Sally.”Você é amigo dela?”, a voz perguntou.

“Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul”.

“Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas”.

Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: “Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?

“Sim!”

“A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler para você”.

A mensagem dizia:

“Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender”.

Eu agradeci e desliguei. Eu entendi…

“NUNCA SUBESTIME A “MARCA” QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS”.

Dicas para uma vida mais leve

Você vive sua vida com leveza?

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É difícil viver com leveza porque, por incrível que pareça, nos sentimos mais fortes e seguros quando temos com o que nos preocupar, questões a solucionar e problemas que precisam de nós para serem resolvidos. Por causa de hábitos e escolhas que se tornaram comuns em nosso cotidiano, não estamos acostumados a nos sentir bem por muito tempo. Não nos parece normal.

Uma vida leve é uma vida com menos stress e mais momentos alegres, menos preocupações e mais otimismo, menos pressa e mais dedicação, menos vergonha e mais bom humor, menos cansaço e mais vontade de viver. Quando falamos em “viver com leveza” estamos falando sobre saber viver.

Ter uma vida mais leve é questão de escolha. Com algumas pequenas atitudes e mudanças de pensamento, é possível transformar aquilo que serve apenas para fazer peso na nossa vida em fonte de alegria e satisfação. Existem algumas escolhas que você pode fazer agora mesmo para começar a viver com mais leveza, otimismo, tranquilidade e bom humor:

1) Tenha menos coisas: Palavras de Buda: “quanto mais coisas você tem, mais terá com o que se preocupar”. E acrescento: quanto mais você tem, menos satisfeito está, porque sempre vai querer mais. Preocupação e insatisfação são sentimentos opostos a uma vida leve.

Quanto menos você se preocupar em manter uma quantidade alta de bens e menos pensamentos sobre possuir coisas ocuparem sua mente, mais espaço se abre na sua vida para viver com serenidade, ser feliz e afastar-se de sentimentos como falta, angústia e ansiedade.

2) Não leve a vida tão a sério: Você não precisa estar sempre certo. Não é obrigado a ter certeza de que está no caminho mais seguro e correto. Não há necessidade de definir agora todas as direções que seguirá até o fim de sua vida. Não tem que saber se o que está fazendo agora te trará grandes resultados ou recompensas.

Você pode apenas viver! O mundo não vai parar se você de vez em quando fizer uma pausa nos deveres para se divertir, curtir o momento, esquecer as partes chatas do dia a dia e não responder emails nem atender o celular.

Há pessoas que acreditam que as coisas só funcionam à base da neurose, perfeccionismo e seriedade, mas estas características são totalmente dispensáveis e apenas dificultam o processo, seja em relação a trabalho, relacionamentos, família, estudos e todas as outras áreas da vida.

3) Não faça tanta coisa: Se você tem obrigações demais e pouco ou nenhum tempo para aquilo que faz apenas por prazer, a vida se torna pesada, maçante e sem sentido. O quanto de tempo você investe no que realmente faz você se sentir bem? Se a resposta for “muito pouco” ou “nenhum”, é hora de dar o pontapé inicial para uma mudança na sua rotina.

4) Vá com calma: Pare de correr tanto e de fazer tudo com pressa. Diminua um pouco o seu ritmo e dispense a ansiedade, sentimento que é um vício extremamente prejudicial à sua felicidade e também à sua saúde. Talvez você nem perceba, mas já se tornou um hábito fazer com extrema rapidez todas as atividades do cotidiano (até as mais simples). Repare se você anda na rua, lê, come, trabalha e atende o telefone em ritmo tenso e acelerado sem perceber. Se quer uma vida mais leve, comece a mudar este costume.

5) Fique o máximo que puder ao lado de quem te faz rir: No filme Amor sem Escalas há uma frase que gosto muito: “Nas suas melhores lembranças, nos momentos mais importantes da sua vida, você estava sozinho? A vida é melhor com companhia”.

Estar com alguém que te faz rir com vontade é um dos (grandes) prazeres da vida. Rir faz bem, deixa a vida mais leve, traz disposição e acaba com o stress. Procure ficar ao lado de pessoas engraçadas e espontâneas e traga mais boas sensações e leveza para a sua vida.

6) Pense menos: Alguma vez você já se sentiu cansado de pensar? Acontece quando faz uma atividade automaticamente e seus pensamentos estão longe, se você cultiva a mania de sempre esperar pelo pior em qualquer situação, quando guarda mágoas, ao ficar imaginando diálogos ou situações etc.

Em todos os casos, você está desgastando sua mente e isso faz com que se sinta pesado e sobrecarregado, desnecessariamente. Comece já a administrar seus pensamentos e pare de usar sua mente para carregar pensamentos incômodos e dispensáveis.

Condicione-a a funcionar a seu favor, com pensamentos positivos que farão você se sentir bem e atrair coisas boas. Se não conseguir pensar em nada bom, então não pense. Medite, concentre-se em alguma atividade ou durma. Fuja do hábito de usar seus pensamentos para depositar coisas ruins dentro de você.

7) Pare de lamentar a agradeça: Eu sei que tem várias coisas na sua vida que não estão como você gostaria. Na minha também. E na de todo mundo! Mas, enquanto algumas pessoas optam por agradecer por aquilo que está bom, outras passam os dias se lamentando, sem conseguir enxergar que têm muitos bons motivos para serem gratas.

Os integrantes do primeiro grupo escolheram viver uma vida mais leve e sabem que a gratidão as leva para este caminho. Já as reclamações e lamentos constantes de quem se identifica com o segundo grupo encaminham diretamente para a infelicidade de crer que sua vida é um peso a ser carregado. Questão de opção.

8) Use o bom humor para lidar com suas falhas: Falou alguma besteira? Acontece com todo mundo, ria de você mesmo! Pagou um mico em público? Veja pelo lado engraçado e ria sozinho ou junto de quem estiver com você! Permita-se falhar e não faça disso um grande problema. Bom humor é uma das mais importantes virtudes para uma vida leve.

9) Pare de transformar situações em problemas: Às vezes o que você chama de problema é apenas uma situação qualquer que está sendo vista pelo lado negativo, e que você poderia muito bem deixar para lá ou permitir que ela passe sem causar prejuízo nenhum.

São acontecimentos, não problemas. O problema é como você reage a elas, portanto, está nas suas mãos decidir se ele existe ou não.

Reflita sobre as últimas situações que fizeram você se sentir mal e faça isso também das próximas vezes em que perceber um aborrecimento chegando.

Provavelmente vai perceber que boa parte do que aconteceu poderia ter sido ignorado ou não precisava que você desse tanta atenção.

Com as novas situações, ao pensar antes de reagir, vai conseguir evitar que você mesmo complique algo que não precisa ser complicado.

10) Contamine-se com coisas boas: Procure por boas notícias na internet, televisão e outros meios de comunicação. Veja filmes e leia livros que falem de histórias ou assuntos positivos, ouça músicas animadas, vá a lugares onde há coisas bonitas para se ver.

Encha sua vida de coisas que façam você se sentir positivamente inspirado.

11) Adicione leveza à sua vida: Ande descalço, respire fundo, use roupas confortáveis, ria alto, coma sobremesa, balance na rede, corra ao ar livre, aprecie o silêncio, conecte-se com a natureza, brinque, cante, dance, viaje para longe, faça uma pausa, se espreguice, abrace quem você ama, emocione-se, sinta-se livre, deixe seu coração falar mais alto que a razão, faça o que tem vontade, ame sua vida!

São coisas como estas que fazem com que sejamos mais abertos aos bons sentimentos e sensações que a vida pode nos proporcionar.

12) Seja gentil, educado e generoso: Quando age positivamente em relação às outras pessoas, sua atitude gera energia positiva tanto para elas como para você, e faz com que se sinta bem com si mesmo, ao contrário do que acontece quando trata alguém com grosseria ou rispidez.

Lembre-se: a leveza vem de dentro para fora, portanto, doe aos outros aquilo que você tem de melhor para despertar as coisas boas que existem dentro de você.

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A eterna criança que há em você

crianca-interior

Você já pensou a importância de conservarmos pra sempre o nosso lado criança?
Sim, aquele lado meio sapeca, que de vez em quando, dá aquela risada gostosa e ingênua?
Como é bom ser eternamente criança!
As crianças são bem humoradas. Puras. Verdadeiras.
Riem de si mesmas quando alguma coisa não dá certo e não tem medo do futuro!
Elas são capazes de conservar o brilho dos olhos, a pele cheia de vida e um sorriso puro e natural.
As crianças nunca reclamam de nada.

Levam a vida de uma forma mais leve e estão sempre dispostas e cheias de energia.
Conservar o nosso lado criança é viver bem e melhor.
Aprenda a olhar o mundo com os olhos da criança.
Aqueles olhos sapecas, ingênuo e infantil.
Os olhos de quem sabe que os problemas logo serão resolvidos e que nada de ruim dura pra sempre.
Não tenha vergonha! Ser criança é ser feliz!

É dançar até não poder mais. É brincar.
Sorrir. Amar sem medo de ser feliz!
Solte a energia acumulada que está dentro de você!
Acaricie uma planta! Ame com a força e a vibração de uma criança!
Role na grama com seu bicho de estimação! E viva melhor!
Seja criança hoje, amanhã e sempre e você será muito FELIZ!

“O estudo em geral, a busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido ficar crianças toda a vida.”

A. Einstein

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Descubra o seu propósito de vida

proposito-de-vida“Cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. “
Carlos Drummond de Andrade
Desde a infância nutrimos curiosidade pelo sentido das coisas.
Você já perguntou para seus pais “por que o céu é azul”, “para que servem as formigas”, “onde as estrelas se escondem”, “onde acaba o mundo”, “como nascem os bebês” ?
Contudo, com o tempo, esse olhar sobre o mundo se volta mais para dentro de nós mesmos e começamos a querer entender a razão pela qual estamos aqui e, sobretudo, de que forma podemos nos tornar felizes.
Em outras palavras, buscamos significados – algo fundamental para o ser humano. Isso fica claro quando refletimos sobre os rituais de passagem, como aniversários e casamentos, que aparecem em todas as culturas.
Eles sinalizam que alcançamos um ponto da trajetória, ganhamos experiência e aprendizado e iniciaremos um novo ciclo, com outras buscas.
A descoberta de um propósito exige foco em cada uma das situações que você vive: para perceber e sentir melhor como as coisas se desenrolam, as sensações que provocam e as consequências que geram.
Então, torne um hábito vivenciar, de fato, cada etapa do seu dia a dia – seja uma reunião, a conversa com um amigo, seja a hora de buscar os filhos na escola.
Esteja o mais atento possível ao que está acontecendo naquele momento à sua volta. O presente é o único tempo que permite a nossa real atuação. É onde está a vida de fato. Mantenha-se consciente também sobre a forma como age e certifique-se de que está de acordo com o que você pretende experimentar na sua vida. O seu propósito deve ser vivido todos os dias!
Se você também vive em busca de seu propósito de vida, constantemente buscando o auto conhecimento, sugiro conhecer o livro de Andre Buric – Propósito de vida.  Basta clicar no livro. Vale a pena!
"Os dois dias mais importantes da sua vida são: o dia em que você nasceu, e o dia em que você descobre o por quê." Mark Twain
“Os dois dias mais importantes da sua vida são: o dia em que você nasceu, e o dia em que você descobre o por quê.”
Mark Twain
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Dicas para se manter motivado

Mantenha sua motivaçãoAo longo da nossa vida e em diferentes cenários, por vezes, vimos a nossa motivação a sofrer abalos. Sentimo-nos sem energia, algumas coisas parecem perder significado e com isso a nossa alegria diminui, instala-se um abatimento que queremos que desapareça. Ficamos temporariamente paralisados numa espera indefinida. Emerge uma angústia que nos retira capacidade de perspetivar cenários positivos.  A nossa mente é invadida por cenários catastróficos que nos empurra a edificarmos uma teoria da conspiração contra nós próprios (por vezes sem plena consciência).

Se você se encontra numa situação semelhante, certamente pretende aumentar a motivação. E isso é objetivo grandioso e promotor de bem-estar e satisfação na vida. A motivação é uma chave importante para o sucesso, mas muitas pessoas acham difícil resgatar a motivação e permanecer motivado. O que muitas pessoas me relatam, é que apesar de conseguirem resgatar a sua motivação e andarem animados durante  duas ou três semanas, aos poucos os níveis motivacionais vão diminuindo. E com este decréscimo a pessoa perde ímpeto para a ação. A pessoa funde-se ao sentimento de abatimento que vivência e com isso toda a sua vida é afetada negativamente.

O que fazer para aumentar a motivação e acima de tudo conseguir mantê-la?

Assim que você esteja na posse de um conjunto de emoções positivas que influenciam construtivamente os seus pensamentos e consequente motivação, você está pronto para começar a tomar medidas no sentido de chegar mais perto dos seus objetivos. Permita que os seus sentimentos e pensamentos positivos o impulsionem. Uma vez que você tenha o hábito de praticar melhores pensamentos e sentimentos, com o tempo, estar motivado torna-se parte de você.

É no entanto importante que perceba, que no momento que sentir a sua motivação abalada tem de rapidamente virar-se para a ação. Tem de fazer as coisas que julga ter de fazer para obter o que quer. Tem de movimentar-se de acordo com o seu plano e estratégias previamente pensadas.

Dou algumas dicas que podem aumentar e manter a motivação e consequentemente ajudar a alcançar os seus objetivos:

  1. Estabeleça um objetivo específico
  2. Planifique e estabeleça uma estratégia
  3. Potencie a sua motivação
  4. Faça o que é necessário ser feito
  5. Trabalhe a sua força de vontade e autodisciplina
  6. Mantenha-se firme e persista
  7. Espere o melhor e alcance-o

Enfim, o mais importante é trabalhar sempre sua auto estima e sua auto confiança e lembre: seus pensamentos criam…sempre!!

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Dicas para estimular bons sentimentos

Acerta quem quer permanecer com os bons sentimentos de uma criança.  Que a inocência, apesar das dores e dos anos vividos, não nos abandone.
Acerta quem quer permanecer com os bons sentimentos de uma criança.
Que a inocência, apesar das dores e dos anos vividos, não nos abandone.

Você acha que o segredo da boa saúde é ter uma prateleira cheia de remédios, então está enganado. A solução pode ser mais simples: basta aprender a cultivar bons sentimentos. Em certos casos, o simples fato de rir, por exemplo, pode ser muito mais benéfico do que tomar um remédio.

Saber perdoar, ter generosidade e humildade são outras atitudes mais eficientes para a saúde do que frequentar vários médicos. “Essas atitudes fazem com que o organismo bloqueie a produção de substâncias prejudiciais à saúde e evita futuras doenças”, e o melhor: explorar as boas emoções não custa nada!

5 sentimentos para ter mais saúde

Alegria
Quem cultiva bom humor, em vez de raiva, fica menos vulnerável a doenças. Mais: a capacidade de se divertir reduz o estresse e ensina a lidar melhor com problemas.

Perdão
Estudo da Universidade de Tennessee (EUA) mostrou que quem perdoa tem melhor pressão arterial do que quem guarda mágoas.

Generosidade
Fazer o bem (não importa a quem, lembre-se!) reduz os batimentos cardíacos.

Otimismo
Os otimistas têm menos probabilidade de morrer de doenças cardíacas ou de um derrame cerebral.

Tranquilidade
Ela reduz o risco de problemas no coração.

5 dicas para estimular os bons sentimentos

1. Faça exercícios físicos regulares.

2. Coma seis porções de frutas ou legumes por dia.

3. Descubra seu “talento oculto”, algo que goste de fazer, como dançar,cantar, bordar…

4. Adote um animal de estimação.

5. Aprenda a ver o lado positivo de certas situações negativas.

 

NOTA: A imagem utilizada acima é de Donald Zolan, o mesmo pintor das imagens abaixo.

Donald Zolan

Nasceu em 1937 em Brookfield, Illinois, no seio de uma família com quatro gerações de artistas, começou a desenhar aos três anos de idade e aos cinco criou a sua primeira aquarela, copiando a imagem de um livro de quadradinhos da Walt Disney. Aos treze anos, recebeu uma bolsa do prestigiado Instituto de Arte de Chicago.

Após a formatura, foi selecionado como aprendiz de Haddon Sundblom, um famoso ilustrador conhecido como o Papai Noel da Coca-Cola, e de lá percorreu um caminho reto para o sucesso.

Foi reconhecido como o maior pintor das Américas na área infantil e teve muita popularidade por este trabalho inteiramente dedicado às crianças e sempre envolvido nos sentimentos de delicadeza, ternura, alegria, inocência e espontaneidade de amor.

Captou a alegria e a maravilha da infância com uma energia inconfundível e naturalidade desinibida.

Em cada uma de suas pinturas, ele sempre incluiu algum aspecto de suas experiências de infância. Sempre reconheceu e valorizou o papel positivo dos pais em seu trabalho e a dimensão espiritual em sua vida desde a descoberta de sua vocação.

Suas pinturas estão presentes nas melhores galerias de arte e museus e também podem ser encontradas em placas, bonecos, figurinos, quebra-cabeças, cartões e muitos outros objetos.

Zolan faleceu em Julho de 2009.

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Mantenha sempre o Entusiasmo

Escrita da vida
Nossa escrita tem de ser sagrada. As páginas que recebem o texto de nossa existência aguardam nosso entusiasmo. Letras muito fracas não podem ser lidas. Letras fortes demais atrapalham. P.D.

Dentro de cada um de nós também existe uma força poderosa, diretamente ligada à energia vital, que é o Entusiasmo.

Quero apresentar dez premissas básicas para ter entusiasmo em sua vida . São idéias simples, mas é da simplicidade que brotam grandes feitos.

•  Cultivar um sonho, um objetivo de vida.

•  Caminhar persistente e confiante em direção ao seu objetivo.

•  Desenvolver seus talentos com disciplina e dedicação.

•  Acreditar na sua capacidade e entregar-se de coração a tudo o que fizer.

•  Viver plenamente cada minuto, focalizado no aqui e no agora.

•  Manter o bom humor, a gentileza e a generosidade em todos os ambientes que você freqüentar.

•  Cuidar bem do seu corpo, com exercícios físicos adequados e alimentação sadia.

•  Manter sua mente alimentada com novos conhecimentos e idéias positivas.

•  Ousar com criatividade e bom senso, sabendo arriscar-se com preparo, prudência, intuição e coração.

•  Rezar com fé e gratidão, renovando sempre suas energias na própria fonte do Entusiasmo: o Criador.

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