Qual é sua máscara?

“Do mesmo modo que os atores põem uma máscara, para que a vergonha não se reflita nos seus rostos, assim entro eu no teatro do mundo – emascarado.”
René Descartes
A máscara
A primeira máscara da qual se tem registro está gravada na caverna labirinto de Trois Feres, em Ariege, nos Pirineus, descoberta em 20 de julho de 1914. A imagem rupestre do feiticeiro barbudo, cujas pernas são humanas e braços de urso, como um xamã antropozoomórfico, usava uma máscara de cervo, presidindo um ritual de cura e caça, associado à fertilidade.
O termo máscara tem origem controversa, pois para alguns procede do italiano maschera. Originalmente estaria relacionada ao baixo latim mediterrâneo masca, significando “demônio, bruxa ou feiticeira”. Para outros o termo introduziu-se na Itália a partir de invasões árabes, sendo corruptela de mashara, significando “personagem bufão”, derivado do verbo sahir, que quer dizer “ridicularizar”.
A função religiosa, na África, por exemplo, presidindo cerimônias de cultivo e semeadura, assim como ritos iniciáticos e funerários, conservando o sentido primordial: homem que envergue a máscara do crocodilo é o espírito do crocodilo – a máscara manifesta a divindade e transmite ao portador todo o seu poder. Essas máscaras não representavam faces normais, mas sim exageradas. Normalmente era de madeira, cobre ou marfim. Estes aspectos foram-se esquecendo paulatinamente em outras culturas.
Quando passa para o teatro, foi o espírito sagaz, de senso estético do grego, o principal responsável pela primeira grande transformação no uso das máscaras, inovando o teatro. Faziam, assim, tragédia e comédia reavivando a mitologia.
Há muitas máscaras, tantas quantas as ocasiões e os destinos. Da máscara anti-gás à usada pelo apicultor, da máscara em fotografia à de simples adorno, da máscara de oxigênio à de beleza, o seu uso é muito extenso no tempo e
no espaço.
De fato, todos vestimos personas, em um processo de auto-conhecimento, no exercício de revelar nosso ego. Isto porque, forçosamente, para estabelecermos contato com o mundo exterior, personificamos o que nem sempre corresponde à nossa real essência. Sob esse prisma, a persona encarna a metáfora da fixidez da máscara do ator, que no decorrer de sua encenação, desenvolve o papel que lhe cabe. Sob a máscara tudo se oculta – o Bem e o Mal. A máscara intermedia as relações humanas, funcionando, até certo ponto, como mecanismo de defesa. Tanto usam máscara o Zorro e o Super-man, como os ladrões e os terroristas. Realmente, todos usamos máscaras. Sorrimos quando nos dão uma bofetada, choramos para obtermos o que pretendemos, mostramos os “nossos mísseis” para paralisar de medo o “inimigo”, A máscara é uma arma que pode ser usada para defesa ou ataque.

A máscara da nossa própria cara, a PERSONA é a que a vida em sociedade exige.

“Não sou nada, nunca serei nada, não posso querer ser nada.À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo (…)Quando quis tirar a máscara estava pegada à cara”
Fernando Pessoa

A Alma Humana

“A alma humana é um manicômio de caricaturas….
Se uma alma pudesse revelar-se com verdade e nem houvesse um pudor mais profundo que todas as vergonhas conhecidas, definidas seria, como dizem, da verdade o poço. Mas um poço sinistro, cheio de ecos vagos, habitado por vidas ignóbeis, viscosidades sem vida, lesmas sem ser. Ranho da subjetividade.
Eis a alma.”
Fernando Pessoa

Manifestação artística

Salvador Felipe Jacinto Dali y Domenech

1904-1989

Salvador Felipe Jacinto Dalí nasceu em Figueras, Catalunha, na Espanha, em 11 de maio de 1904. Desde cedo revelou talento para o desenho e o pai, um tabelião, mandou-o a Madri para estudar na Escola de Belas-Artes de San Fernando, da qual seria expulso anos depois. Na capital espanhola conheceu o cineasta Luis Buñuel e o poeta Federico García Lorca. Suas primeiras obras, como “Moça à janela”, enquadradas numa linha naturalista e minuciosa, já produziam uma ambígua sensação de irrealidade, que se acentuaria posteriormente. Em 1928, persuadido pelo pintor catalão Joan Miró, transferiu-se para Paris e aderiu ao movimento surrealista. Foi por essa época que conheceu a mulher do poeta Paul Éluard, Gala, sua futura companheira e modelo. Colaborou então com Buñuel em dois filmes célebres, Un chien andalou (1928; Um cão andaluz) e L’Âge d’or (1930; A idade de ouro) e pintou algumas de suas melhores obras:

“Lands”

“A persistência da memória”

“Le Grand Mast – O grande masturbador“.

Nelas exibia um estilo maduro que, embora mostrasse certas influências de De Chirico, atestava absoluta originalidade como representação de um mundo onírico, povoado de alegorias metafísicas e imagens sexuais, apoiadas numa técnica apurada.
Sua exposição de 1933 lhe deu fama internacional e Dalí lançou-se, então, a uma vida social repleta de provocações e excentricidades. Essa atitude, por alguns considerada mistificadora e venal, aliada a uma postura apolítica, provocou sua expulsão do grupo surrealista.

“Le Sommeil”

Durante esse período, adotou o “método de interpretação paranóico-crítico”, baseado nas teorias da psicanálise, associando elementos delirantes e oníricos numa linguagem pictórica realista, com freqüentes imagens duplas e objetos do cotidiano, como em “Construção mole com ervilhas cozidas”, “Praia com telefone”, “Premonições da guerra civil”, “Canibalismo de outono” e “O sono”.
Durante a segunda guerra mundial, Dalí radicou-se nos Estados Unidos, perto de Hollywood, e colaborou em alguns filmes. No final da década de 1940 regressou à Espanha e deu início a uma fase inpirada em obras-primas de pintores do passado, como “A última ceia”, de Leonardo da Vinci, “As meninas”, de Velázquez, “Angelus”, de Millet, “A batalha de Tetuan”, de Meissonier, e “A rendeira”, de Vermeer de Delft — seu pintor favorito.

“Velas”

Posteriormente, alternou a pintura com o desenho de jóias e a ilustração de livros. Enquanto isso, sucediam-se as retrospectivas de sua obra (Nova York, 1966; Paris, 1979; Madri, 1982) e, à medida que diminuíam suas aparições públicas, a polêmica dava lugar à renovação do interesse por sua pintura.
Em 1974 foi inaugurado em Figueras o Museu Dalí. Oito anos depois morreu Gala, fato que incidiu negativamente sobre sua atividade artística.
Em 23 de janeiro de 1989, na mesma Figueras natal, morreu Salvador Dalí.
“Apparition”

“Woman with a head of roses”
“Musical Tempest”
“The Metamorphosis of Narcissus”

“Swans reflecting Elephants”

“Soft watch at the moment of the first explosion”

Poder da Natureza

O poder dos cristais
Os cristais sempre foram usados para curar e equilibrar o ser humano. Na Índia, Grécia e Egito, eles já eram famosos por seu poder energizador e medicinal. Os cristais são poderosos elementos que trazem o equilíbrio natural para físico, mente e alma do homem. Essas pedras especiais são arranjos organizados de átomos, moléculas e/ou íons. Eles podem ter diversos tamanhos. Sua origem também é diversa: Há cristais de origem inorgânica, formados a partir do magma ou gases provenientes dos vulcões; outros que vem do fluxo de soluções aquosas no solo e nas rochas; e outros originários da atividade orgânica.Hoje em dia, eles são utilizados em conjunto com outras terapias. A energia que eles transmitem é uma composição de elementos da natureza e raios vibracionais. Esses raios, que são absorvidos pelo corpo, desbloqueiam e alinham os chakras, os sete centros de energia que todos nós temos.A limpeza das pedras é muito importante. Ela pode ser feita com água e sal grosso ou com água doce corrente. No primeiro caso, coloque o cristal dentro de um recipiente com sal grosso dissolvido na água ou água do mar; mantenha por 20 minutos, lave com água doce corrente e seque-o sob a luz do sol. Se escolher o segundo procedimento, lave o cristal com água doce corrente, enterre-o com a ponta para baixo na terra, lave novamente e seque-o exposto ao sol.Depois é hora de programá-los. Após cada limpeza, o cristal precisa passar por isso. O procedimento é bem simples: coloque o cristal no centro da sua mão esquerda e mentalize a sua função. Elas podem ser de:1) MEDITAÇÃOQuando estiver meditando, posicione um grupo de cristais ao seu lado ou sobre as suas mãos.Após a meditação, deite-se e coloque os cristais sobre os chakras de interesse e mentalize mudanças positivas na sua vida.2) JÓIASOs cristais podem ser usados pelo corpo como jóias. Assim, eles ajudam a manter o equilíbrio de todas as partes do corpo.3)PROTEÇÃOVários cristais podem ser usados para proteção. Se você passar por uma situação muito negativa, lave-o depois de resolver o problema. Estes cristais devem ser mantidos dentro da bolsa ou dos bolsos da calça. 4)CURAEstes devem ser manipulados exclusivamente por terapeutas experientes, de acordo com a finalidade. CONHEÇA OS PODERES DE CADA UM DOS CRISTAISQUARTZOAtinge todos os chakras; é incolor; pode ser usado para energia, proteção e cura; e possibilita a canalização de energia.

AMETISTA: Atinge o sétimo chakra; é roxa; pode ser usada contra ansiedade e dores de cabeça; é ideal para meditação e espiritualidade.

SODALITA: Atinge o sexto chakra; aparece na cor índigo; pode ser usada para visão, audição, memória e concentração; aumenta os níveis de compreensão e sabedoria.

ÁGUA MARINHA: Atinge o quinto chakra; é azul; pode ser usada para problemas de garganta, voz e nariz; melhora comunicação, expressão e profissão.

MALAQUITA: Atinge o quarto chakra; é verde; pode ser usada para respiração, vitalidade e coração; tem poder de trazer cura e vitalidade.


QUARTZO ROSA: Atinge o quarto chakra; é rosa; pode ser usado para o coração; é bom para acalmar e é indicado para o amor.

CITRINO :Atinge o terceiro chakra; é amarelo; pode ser usado para problemas digestivos; melhora o equilíbrio emocional.

CORNALINA :Atinge o segundo chakra; é laranja; pode ser usada para energia sexual; melhora muito a criatividade.

GRANADA :Atinge o primeiro chakra; é vermelho; pode ser usada para circulação de sangue e como âncora; é ideal para fixar energias na Terra e para as grandes realizações.

TUMALINA PRETA: Atinge o primeiro chakra; é preta; pode ser usada para proteção e como âncora; é a mais recomendada para a proteção espiritual.

Centros Energéticos

CHACRAS

Os centros enérgicos da saúde plena: física, mental, emocional e espiritual

A palavra chacra, do sânscrito, significa roda e evoca o caráter dinâmico desses centros magnéticos, que, segundo o hinduísmo, captam, armazenam e distribuem a energia. Relacionados a órgãos e glândulas, eles têm importância decisiva para a nossa vida mental e espiritual, influenciam nossas emoções e são influenciados por elas. Atuam,então,diretamente sobre a nossa disposição e alegria de viver. Os sete principais estão localizados entre a base da coluna e o topo da cabeça, em áreas de confluência de mais de 70 mil nadis – rios de energia (comparáveis aos meridianos da medicina chinesa). Quando seu fluxo é bloqueado, surgem as doenças. “Aí, não apenas a saúde física fica comprometida como também todo o nosso desenvolvimento, pois na tradição indiana, berço desse conhecimento, matéria e espírito são inseparáveis”. E o que pode bloquear os chacras? “A má qualidade do ar ou da alimentação,o sedentarismo e os tumultos internos são verdadeiros ladrões de energia”. Os mestres hindus receitam ioga e meditação contra o desequilíbrio, mas é possível ativar os chacras com atividades físicas, atitudes adequadas no dia-a-dia e terapias específicas, que envolvem mantras (cânticos devocionais) ou mentalização de cores. Não faz sentido, por exemplo, achar que problemas cardíacos podem ser resolvidos apenas com meditações que ativam o chacra dessa região. Para nos abastecer, os chacras captam a força vital (prana) e espiritual (kundalini). Na verdade, trata-se da mesma energia, que se manifesta de modos diferentes e é obtida por meio do ar, luz solar, água, alimentação e pelo desenvolvimento da consciência. Os pranayamas, exercícios respiratórios da ioga, purificam nossos canais, favorecem a absorção dos nutrientes e o despertar da kundalini. Segundo a tradição tântrica, essa força mora dentro de nós, mas em estado latente.Adormecida no primeiro chacra, ela deve ser conduzida até o sétimo, integrando as polaridades feminina e masculina, representadas respectivamente pela deusa Shakti, considerada a mãe de todas as formas, e o deus Shiva, portador da consciência plena. “Poderemos dar um salto quando conseguirmos desenvolver o chacra cardíaco, aprendendo mais sobre o amor incondicional.” A seguir, apresentam-se as características de cada chacra, de acordo com O LIVRO BÁSICO DOS CHACRAS (ED. PENSAMENTO), de Naomi Ozaniec, e TERAPIA DO AMOR (ED. SEMENTE), de Rahasya Fritjof Kraft. Para facilitar a ilustração, vejamos os chacras na região frontal, mas lembre-se: eles também operam nas partes posteriores.

Em sânscrito muladhara, de nmula, que significa raiz, e adhara, base. LOCALIZAÇÃO: Região do períneo, entre o ânus e os órgãos genitais.
COR: Vermelho.
ELEMENTO: Terra.
GLÂNDULAS: Supra-renais.
FUNÇÃO: Sobrevivência.
DISFUNÇÕES: Fraqueza, doenças ósseas ou hemorróidas; dificuldade para lidar com a raiva e frustração. TEMAS: Associado à vitalidade e à nossa ligação com a terra, ele rege as funções do intestino grosso, os ossos, as pernas, pés e tudo o que nos mantém firmes no chão. A habilidade (ou incapacidade) de gerir o plano material, como cuidar do corpo, ganhar dinheiro e dar forma aos projetos, tem a ver com esse centro, que influencia a vida sexual na sua vertente mais instintiva.
COMO ATIVAR: Caminhar descalço, dançar e pular com batidas rítmicas no chão, tomar atitudes em relação às questões materiais da existência.
PARA REFLETIR: O que pode estruturar ou desestruturar você?

Svadisthana, que significa morada.
LOCALIZAÇÃO: Região do baixo-ventre.
COR: Laranja.
ELEMENTO Água.
GLÂNDULAS: Ovários e testículos.
FUNÇÕES: Prazer, procriação, criatividade.
DISFUNÇÕES: Dependência emocional, luxúria, frigidez, bloqueio criativo, problemas nos rins, nos sistemas reprodutor e circulatório.
TEMAS: A polaridade amor e ódio, os sentimentos de vergonha e culpa, as fantasias sexuais e as dores emocionais profundas (ligadas à maternidade e às traições) são questões desse chacra, que governa os líquidos corporais, como o sangue, a menstruação, o esperma e as lágrimas. Tanto o prazer do orgasmo quanto o risco de confundir-se com o parceiro mexem com a energia desse centro, bem como a saúde dos órgãos envolvidos na concepção.
COMO ATIVAR: Atividades aquáticas, danças de ritmo sensual.
PARA REFLETIR: Descubra a relação entre sexualidade e espiritualidade.

Manipura, que significa gema ou jóia reluzente.
LOCALIZAÇÃO: Acima do umbigo, na região do estômago.
COR: Amarelo-ouro.
ELEMENTO: Fogo.
GLÂNDULA: Pâncreas.
FUNÇÕES: Digestão, fortalecimento da vontade.
DISFUNÇÕES: Distúrbios alimentares, diabetes, mania de julgar ou controlar os outros, egocentrismo.
TEMAS: As questões de carisma e autoridade são o desafio desse ponto, ligado ao metabolismo dos alimentos e das emoções. Despertar a consciência para as emoções envolvidas nos jogos de poder (como a fúria ou o medo da perda) é a chave para transmutá-las. Nessa esfera, aprendemos a nos defender dos abusos e a obter autodomínio – nunca pela negação dos sentimentos, mas pela habilidade de lidar com eles.
COMO ATIVAR: Exercícios de flexão de coluna (na ioga, a postura da pinça e a saudação ao sol).
PARA REFLETIR: Identifique os aspectos luminosos e sombrios no seu modo de exercer o poder.

Anahata, que significa intocado ou inaudível.
LOCALIZAÇÃO: Centro do peito.
COR: Verde.
ELEMENTO: Ar.
GLÂNDULA: Timo.
FUNÇÕES: Estimular a imunidade e o bom funcionamento do coração e dos pulmões, desenvolver a capacidade de amar, perdoar e sentir compaixão.
DISFUNÇÕES: Problemas respiratórios e cardíacos, medos ou ilusões a respeito do amor.
TEMAS: Elo entre os três primeiro chacras (ligados a matéria, sexo e relacionamentos) e os três últimos (ligados à espiritualidade), o quarto centro deve integrá-los, elevando nosso grau de consciência e de auto-estima. Para isso, precisamos reconhecer e tratar dores decorrentes de ciúmes, ressentimentos e abandonos.
COMO ATIVAR: Terapias voltadas para as curas emocionais e meditações dirigidas.
PARA REFLETIR :Liberte-se da idéia de que você ou os outros deveriam ser diferentes para merecer amor. Aceite o que cada um é.

Vishudha, que significa purificar.
LOCALIZAÇÃO: Região da garganta.
COR: Azul-celeste.
ELEMENTO: Éter.
GLÂNDULA: Tireóide.
FUNÇÕES: Desenvolver a comunicação autêntica, a criatividade e a intuição, estimular a saúde na região do pescoço e ombros.
DISFUNÇÕES: Bloqueios na faculdade de percepção e expressão, distúrbios ligados à garganta e tireóide. TEMAS: Nosso sistema de crenças e valores está associado a esse centro. Se ele for rígido demais, a flexibilidade da parte superior do corpo será prejudicada, bem como a espontaneidade e a possibilidade de inventar novos significados para a existência. Se você é do tipo que engole sapos ou dissimula sentimentos, bloqueará a energia nessa região. O equilíbrio depende da recuperação da capacidade de expressar o que sente, desfazendo o nó na garganta. Assim, vai favorecer a capacidade de entrega, a generosidade, os poderes mágicos de evocação espiritual e também a responsabilidade por tudo o que sua voz é capaz de criar.
COMO ATIVAR: Cantar ou entoar mantras.
PARA REFLETIR: Palavras podem ferir ou curar, criando guerra ou paz nas relações pessoais e mundiais.

Ajna, que significa saber, perceber.
LOCALIZAÇÃO: Na testa, entre as sobrancelhas.
COR: Azul-anil.
ELEMENTO: Nenhum, plano da energia telepática.
GLÂNDULA: Pituitária.
FUNÇÃO: Desenvolver a sabedoria.
DISFUNÇÕES: Dores de cabeça, problemas de visão, incompreensão.
TEMAS: No dia-a-dia, esse chacra nos confere clareza, discernimento e concentração, mas é possível ir além: os dons da vidência e da telepatia correspondem a esse centro, conhecido como o “terceiro olho”. Só os grandes sábios conseguiram chegar aos estágios mais elevados desse plano, compreendendo a profunda ligação entre todos os seres. Quando isso não ocorre, mesmo os visionários correm o risco da arrogância e do mau uso dos talentos.
COMO ATIVAR: Exercícios de visualização e imaginação ativa, como mentalização de cores e símbolos.
PARA REFLETIR: Procure conectar visão e intuição para enxergar além da superfície e compreender melhor o que vê.

Sahasrara, que significa mil vezes maior.
LOCALIZAÇÃO: Topo da cabeça.
COR: Violeta ou branco.
ELEMENTO: Nenhum, plano da energia cósmica.
GLÂNDULA: Pineal.
FUNÇÕES Integração, cura, consciência plena.
DISFUNÇÕES: Alienação, distúrbios mentais.
TEMAS: A circulação da energia nesse centro influencia a saúde em geral, pois ele rege o cérebro, as faculdades cognitivas e a memória. Do ponto de vista espiritual, é o estágio da iluminação e da santidade. Para nós, que buscamos a luz, distantes do nirvana, esse chacra aponta para a necessidade de aprendizado e de respeito ao mistério.
COMO ATIVAR: Meditação e posturas invertidas da ioga (só com orientação de especialistas).
PARA REFLETIR: O potencial para iluminação existe dentro de todos nós e qualquer ponto luminoso é importante no combate à ignorância.

Charles Chaplin

“Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.E então, pude relaxar.Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.Hoje sei que isso é…Autenticidade.Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.Hoje chamo isso de… Amadurecimento.Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.Hoje sei que o nome disso é… Respeito.Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.Hoje sei que se chama… Amor-próprio.Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.Hoje sei que isso é… Simplicidade.Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.Hoje descobri a… Humildade.Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.Tudo isso é… Saber viver!!!”

Charles Chaplin

Tua Caminhada

“Tua caminhada ainda não terminou….A realidade te acolhe dizendo que pela frenteo horizonte da vida necessita de tuas palavrase do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades,lembra-te da fantasia esonha com tua próxima vitória.Vitória que todas as armas do mundojamais conseguirão obter,porque é uma vitória que surge da paze não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situaçõestempestuosas novamente,mas haverá de ver sempreo lado bom da chuva que caie não a faceta do raio que destrói.
Tu és jovem.Atender a quem te chama é belo,lutar por quem te rejeitaé quase chegar a perfeição.A juventude precisa de sonhose se nutrir de lembranças,assim como o leito dos riosprecisa da água que rolae o coração necessita de afeto.
Não faças do amanhão sinônimo de nunca,nem o ontem te seja o mesmoque nunca mais.Teus passos ficaram.Olhes para trás…mas vá em frentepois há muitos que precisamque chegues para poderem seguir-te.”

– Charles Chaplin –