Feliz Natal e um excelente Ano Novo!!

Meus grandes e inúmeros amigos,
Agradeço a todos vocês pela frequente leitura de meu blog. Obrigado aos amigos que sempre estão fazendo comentários. Obrigado aos amigos que não deixam comentários, mas acompanham os textos.
Agradeço a Deus a oportunidade de fazer amizades tão enriquecedoras
Desejo a todos um Natal de muita luz e paz. Que o Natal reforce cada vez mais os preceitos de Jesus dentro de cada coração. E que o Ano Novo que se inicia seja radiante, repleto de Amor, Fé, Saúde e Paz.
Estou saindo em viagem, mas retorno no próximo ano.
UM GRANDE, CALOROSO E FRATERNAL ABRAÇO A TODOS!!
FIQUEM COM DEUS

Valores

Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de
neve, quando viu uma mulher chorando.

Dirigiu-se a ela e perguntou :

— Porque choras ?

— Porque me lembro do passado, da minha juventude, da
beleza que via no espelho… Deus foi cruel comigo por me
fazer lembrar.

Ele sabia que, ao recordar a primavera da minha vida,
eu sofreria e acabaria chorando.

O sábio, então, em silêncio ficou contemplando o campo de
neve, com o olhar fixo em determinado ponto…

A mulher, intrigada com aquela atitude, parou de chorar e perguntou :

— O que estás vendo aí ?

— Eu vejo um campo florido, disse o sábio.  Deus foi
generoso comigo por me fazer lembrar.

Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a
primavera e sorrir.

Fazer diferente…….

 O Nariz
Era um dentista, respeitadíssimo. Com seus quarenta e poucos anos, uma filha quase na faculdade. Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes mas uma sólida reputação como profissional e cidadão. Um dia, apareceu em casa com um nariz postiço. Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância. Era um daqueles narizes de borracha com óculos de aros pretos, sombrancelhas e bigodes que fazem a pessoa ficar parecida com o Groucho Marx. Mas o nosso dentista não estava imitando o Groucho Marx. Sentou-se à mesa do almoço – sempre almoçava em casa – com a retidão costumeira, quieto e algo distraído. Mas com um nariz postiço.
– O que é isso? – perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.
– Isso o quê?
– Esse nariz.
– Ah. Vi numa vitrina, entrei e comprei.
– Logo você, papai…
Depois do almoço, ele foi recostar-se no sofá da sala, como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.
– Tire esse negócio.
– Por quê?
– Brincadeira tem hora.
– Mas isto não é brincadeira.
Sesteou com o nariz de borracha para o alto. Depois de meia hora, levantou-se e dirigiu-se para a porta. A mulher o interpelou.
– Aonde é que você vai?
– Como, aonde é que eu vou? Vou voltar para o consultório.
– Mas com esse nariz?
– Eu não compreendo você – disse ele, olhando-a com censura através dos aros sem lentes. – Se fosse uma gravata nova você não diria nada. Só porque é um nariz…
– Pense nos vizinhos. Pense nos cliente.
Os clientes, realmente, não compreenderam o nariz de borracha. Deram risadas (“Logo o senhor, doutor…”) fizeram perguntas, mas terminaram a consulta intrigados e saíram do consultório com dúvidas.
– Ele enlouqueceu?
– Não sei – respondia a recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos. – Nunca vi ele assim. Naquela noite ele tomou seu chuveiro, como fazia sempre antes de dormir. Depois vestiu o pijama e o nariz postiço e foi se deitar.
– Você vai usar esse nariz na cama? – perguntou a mulher.
– Vou. Aliás, não vou mais tirar esse nariz.
– Mas, por quê?
– Por quê não?
Dormiu logo. A mulher passou metade da noite olhando para o nariz de borracha. De madrugada começou a chorar baixinho. Ele enlouquecera. Era isto. Tudo estava acabado. Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita, tudo trocado por um nariz postiço.

– Papai…
– Sim, minha filha.
– Podemos conversar?
– Claro que podemos.
– É sobre esse nariz…
– O meu nariz outra vez? Mas vocês só pensam nisso?
– Papai, como é que nós não vamos pensar? De uma hora para outra um homem como você resolve andar de nariz postiço e não quer que ninguém note?
– O nariz é meu e vou continuar a usar.
– Mas, por que, papai? Você não se dá conta de que se transformou no palhaço do prédio? Eu não posso mais encarar os vizinhos, de vergonha. A mamãe não tem mais vida social.
– Não tem porque não quer…
– Como é que ela vai sair na rua com um homem de nariz postiço?
– Mas não sou “um homem”. Sou eu. O marido dela. O seu pai. Continuo o mesmo homem. Um nariz de borracha não faz nenhuma diferença.
– Se não faz nenhuma diferença, então por que usar?
– Se não faz diferença, porque não usar?
– Mas, mas…
– Minha filha…
– Chega! Não quero mais conversar. Você não é mais meu pai!

A mulher e a filha saíram de casa. Ele perdeu todos os clientes. A recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos, pediu demissão. Não sabia o que esperar de um homem que usava nariz postiço. Evitava aproximar-se dele. Mandou o pedido de demissão pelo correio. Os amigos mais chegados, numa última tentativa de salvar sua reputação, o convenceram a consultar um psiquiatra.
– Você vai concordar – disse o psiquiatra, depois de concluir que não havia nada de errado com ele – que seu comportamento é um pouco estranho…
– Estranho é o comportamento dos outros! – disse ele. – Eu continuo o mesmo. Noventa e dois por cento de meu corpo continua o que era antes. Não mudei a maneira de vestir, nem de pensar, nem de me comportar, Continuo sendo um ótimo dentista, um bom marido, bom pai, contribuinte, sócio do Fluminense, tudo como era antes.
– Mas as pessoas repudiam todo o resto por causa deste nariz. Um simples nariz de borracha. Quer dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz?
– É… – disse o psiquiatra. – Talvez você tenha razão… 


O que é que você acha, leitor? Ele tem razão? Seja como for, não se entregou. Continua a usar nariz postiço. 
Porque agora não é mais uma questão de nariz. Agora é uma questão de princípios.

Luís Fernando Veríssimo

Selo de Natal

Este é um Meme de Natal, onde o Papai Noel pergunta o que você deseja neste Natal.
É simples é só seguir as regras:

1- Postar o Selo.
2- Dizer quem te enviou.
3- Os seus 3 desejos de Natal.
4- Indicar 12 blogs que você goste muito.

O Selo já está postado.
Recebi do amigo Jorge do blog:  http://nectantaurus.blogspot.com

Meus 3 desejos são:

1- Que as pessoas não esqueçam o espírito de natal
2- Que o ser humano ame
3- .Paz no mundo
Os 12 blogs indicados:
 
 
 
 http://osmeuslamentos.blogspot.com/
 
 
http://carinhos-entremeios.blogspot.com/
 
http://gimbras.nofuturo.com/
 
 
http://experimental-leonor.blogspot.com/
 
 
 
http://angel-acasos.blogspot.com/

Um grande abraço a todos

Mente livre

Faça de sua mente um reino, não uma jaula!
Deixe que os seus pensamentos sejam livres como os pássaros voando, não os censure,
nem se maldiga se eles não afinarem com a opinião da maioria.

Se você se escraviza à opinião dos outros, inibindo seus pensamentos e ações,
é porque não tem consideração consigo mesmo.

Quanto maior for a crença em seus objetivos, mais depressa você os conquistará.


MaxWell Maltz

Despeje a água para poder bebê-la

Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede.
Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada. Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar.
Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado, para trás. Notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:
“Meu Amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando sobre ela toda água desta garrafa. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir, para o próximo viajante.”
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água!
De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse morreria de sede.
Que fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear e a bomba pôs-se a ranger e chiar sem fim. E nada aconteceu!
E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água, depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância! Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.
Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:
“Creia-me, funciona. 
Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”

O boi de cada um

Conta uma história da tradição budista que, um monge entrou em um vilarejo montado em um boi, e os habitantes da vila lhe perguntaram onde estava indo.
Ele então respondeu que estava em busca de um boi.
As pessoas se entreolharam, intrigadas, e então começaram a rir. O monge se foi. No dia seguinte, de novo montando um boi, o monge voltou ao vilarejo. E de novo as pessoas lhe perguntaram o que buscava.
“Procuro um boi”, foi novamente a resposta. Outra vez o monge se foi, em meio ao riso de todos.
No terceiro dia o fato se repetiu: “o que busca?” e o monge, montado no boi, disse ser um boi o que buscava. Só que a piada já perdera a sua graça e as pessoas protestaram, dizendo: “olhe aqui, você é um monge, supostamente uma pessoa santa, sábia, e mesmo assim você vem aqui à procura de um boi quando, o tempo todo, é sobre um boi que você esta sentado.” ao que replicou o monge: “também assim é a sua procura de Deus.” e assim é conosco.
Tantas e tantas vezes saímos em busca de algo que estava conosco o tempo todo, sem que nos déssemos conta. 
Achamos que a nossa realização está em outro trabalho, outra profissão, outra família, outros amigos. E chegamos por vezes a partir em uma busca inútil quando, se olhássemos com um pouco mais de atenção – talvez com um pouco mais de boa vontade – para aquilo que já temos, descobriríamos que o ” boi” que tanto procurávamos estava nos carregando todo o tempo.
É preciso olhar para frente, traçar metas, segui-las. Mas sem perder a noção do potencial de realização e felicidade que esta bem aqui, na nossa realidade presente. 
Se você aprender a olhar para sua própria vida, pode descobrir que sua esposa, ou seu marido, ainda conserva muito daquilo que fez você se apaixonar há 10, 20, 50 anos.
Que sua profissão continua tendo muito em comum com suas idéias de vida – apesar de seu desgaste, de seu cansaço.
Que seu trabalho ainda guarda chances e as perspectivas que tanto prometiam. Estão apenas um tanto encobertas pela poeira do tempo que passou, enquanto você esteve ocupado demais para aproveitá-las.
A felicidade é tão perseguida. Mas muitas, muitas vezes, sofremos e choramos sentados sobre ela.