E o Natal chegou!

Chegou o Natal! Ho,Ho,Ho,Ho

A véspera natalina, 24 de dezembro, é um dos dias mais festejados do ano. Além do significado religioso, a data preserva características que fazem com que a maioria de nós espere ansiosamente pelo dia: as crianças aguardam a chegada de Papai Noel, acontece a troca de presentes, todos se fartam da ceia maravilhosa, quase sempre preparada pela avó, e parentes colocam em dia as fofocas familiares. Em meio a tantas coisas boas, acabamos nos esquecendo o real sentido da comemoração.

O Natal é um feriado religioso que simboliza o nascimento de Jesus Cristo. Nem toda religião crê na existência de Jesus, mas em um país de maioria cristã – como é o caso do Brasil –, há uma verdadeira comoção em torno da data. São árvores repletas de bolinhas enfeitando as casas, luzinhas piscando pelas ruas, lojas abarrotadas de clientes, e o cheirinho indefectível de peru invadindo a cozinha. Difícil não curtir esta época do ano.

As crianças são as mais animadas com a festa. A chegada de Papai Noel cria expectativas no imaginário dos pequenos. Quem não guarda lembranças dos natais de sua infância, e dos brinquedos trazidos pelo bom velhinho?

Durante todo o ano temos comemorações com significados históricos, mas nada se compara à carga emocional que o Natal tem. Seu significado afetivo-emocional ultrapassou o aspecto religioso da festa. E isso não acontece só com as crianças, com adultos também. Eles estão marcados pelos muitos significados e lembranças.

Um Feliz Natal a você e seus familiares!!

Muita luz, paz, harmonia, saúde e toda a felicidade do mundo!

O que importa são os sonhos

O que importa são os sonhos…

 

“Há quem diga que todas as noites são de sonhos. 
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância. 
O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.”
(Sonho de uma Noite de Verão)- W. Shakespeare
 
Os sonhos, os desejos, tudo aquilo que estabelecemos como meta a alcançar, são motivadores. São como combustível a mover nossa máquina. Quem não sonha fica inerte, parado no tempo….simplesmente desmotivado.
Estabeleça objetivos e metas. Corra atrás de seus sonhos, independentemente do tempo que possa levar para alcança-los. Organize-se levando em consideração o tempo de cada um. Alguns sonhos podem ser alcançados muito rapidamente, outros demoram um tempo maior. Mas isso não importa! O que importa é sonhar.
Algumas pessoas sonham com casas, carros, dinheiro, fama. São escolhas pessoais.
Outras sonham com um grande amor ou apenas em se sentir felizes.
Há quem sonhe com um mundo de paz e amor.
Cada alma tem um mundo de sonhos e desejos. Somos um universo infinito de sentimentos e anseios, algumas vezes enclausurados dentro do próprio corpo.
Deixe sua alma livre para sonhar e permita-se a liberdade de viver!
psiquismodesmistificado

Natal, tempo de reflexão

Natal,

Um momento no ano, sempre tão especial…

Alguns ficam tristes, melancolicamente introspectivos….

Outros sentem uma euforia incontida.

O Natal é assim mesmo…capaz de gerar tantos sentimentos e emoções, na maior parte das vezes, tão conflitantes ou ambivalentes.

E quando é possível refletir, por um simples minuto de silêncio interno, não fica difícil compreender essa inquietude nos corações. Basta lembrar a importância dessa data comemorativa e tudo que representa.
Por isso, essa é uma data cheia de esperanças e que deve permitir a cada ser humano a reflexão sobre a própria vida, propiciando novas oportunidades, novos recomeços, e, principalmente o reconhecimento de que somos aprendizes.
Se conseguirmos aprender sobre o amor, o carinho, o afeto , a caridade, a piedade e transmitir cada sentimento ao próximo, com certeza, estaremos seguindo os caminhos que Jesus sempre desejou.
Desejo a todos os queridos amigos e seus familiares, um Natal maravilhoso.
Um grande abraço e beijo em todos




Quimera

A vida é feita de sonhos.
Há 30 anos, de um parto sofrido nascia Argemira, sem choro, à luz de velas. Muito sua mãe sofreu nesse parto, que em seu casebre concebeu.
Cresceu lentamente, tão raquítica e delicada. E seus primeiros passinhos demoraram a acontecer. Falar algumas palavras, somente depois dos 7 anos de idade.
Na escola, caçoada, tão tímida e isolada, não conseguia aprender. Menina estranha, acuada, simplesmente não aprendia nada.
Frequentou, sim, até a 4®série. Mas a escola abandonou, tamanho constrangimento por nada aprender. E cabe aqui parentesar. Quem abandonou quem?
Então os anos correram. Argemira, humilde, não obstante batalhadora, sempre em casa, solitária, sonhadora. O sonho? Aprender.
Argemira nunca esqueceu o contato que teve com as palavras escritas. Guarda, ainda, seu caderninho de caligrafia.
Todos os dias, lá no mesmo casebre que um dia a recebeu em um rasgo purpúreo, senta-se na mesinha capenga da cozinha. À luz enfumaçada do lampião, Argemira tenta ler sua bíblia. Não consegue. Ainda assim persiste, todos os dias, em suas tentativas.
Argemira tem um sonho. Quer ler e escrever.
A vida é feita de sonhos.
A sequela irremediável de um parto há 30 anos foi seu cérebro danificado.
Mas Argemira não se rende. Não precisa de piedade. Não precisa de suposições discriminatórias. Nem se importa com discursos excludentes, pois seus desejos são imunes ao pieguismo sociodramático.
Simplesmente crê que um dia vai aprender.
Afinal tem um sonho.

Crepúsculo Mental

E quem ainda pode afirmar que a história familiar não tem influências sociais?
Tudo começa na infância. Tudo, certamente tudo, tem uma grande significação para a criança.
Toda criança, em seu desenvolvimento, tem a mente aberta ao aprendizado. E é nesse ponto que as questões começam pesar. Se essa criança vive em um lar estruturado, ambiente saudável, poderá desenvolver seu maior potencial e tornar-se um adulto íntegro, de bom caráter, seguro, disposto a encarar todas as situações da vida da forma mais tranqüila.
_________________________________________________________
Lindor nasceu e seu pai morreu, tinha apenas 1 mês de vida.

Sua mãe, uma senhora respeitadíssima, mais puritana impossível.

Entre os 10 a 12 anos de idade Lindor sofreu abusos físicos e sexuais de um menino que era seu vizinho. Acabou se acostumando à situação.

Lindor cresceu e tornou-se um cidadão respeitável. Aparentemente uma pessoa normal.

Ninguém, absolutamente ninguém, sabe o que se passa na mente de Lindor. Seus pensamentos são obsessivos. Os desejos, uma tormenta.

Lindor adora meninos de 10 a 12 anos. Tem uma fixação total por meninos nessa faixa etária.

Homens adultos não o atraem. Mulheres? Sente nojo, repulsa. Lembra de sua mãe. Aquela senhora casta, íntegra aos olhos de todos, vivia promiscuamente com todo tipo de homem. E ele, Lindor, assistia aos espetáculos caseiros de orgias. Por muitas vezes acabava sendo espancado a cabo de vassoura pela mãe ou algum destes “cavalheiros” que a pagava por seus serviços.

Assim tinha ele crescido. Essa era a imagem feminina estampada em sua mente.

E Lindor convive com sua obsessão por garotos. Sobrevive de desejos, fantasias e atos.

Não pode ver um garoto dessa idade que já começa transpirar. Sua respiração ofegante, peito apertado, coração disparado. E o desejo o leva à ação. Não resiste. Sente a atração, como um grande imã. E volta aos seus 12 anos.

Sente-se um monstro? Sim. Sabe que seus desejos são inaceitáveis, antes mesmo que a sociedade o condene.

É feliz? Não. Vive sozinho, isolado, retraído. Vive à espreita, à espera, como o caçador na expectativa de abater sua caça.

Sente-se frustrado? Sem dúvida. Seu semblante denota.

Queria morrer? Sim, ele queria morrer. Queria recomeçar. Queria a oportunidade de ter uma família normal em sua infância. Queria poder casar e ter filhos. Queria abraçar e beijar seus filhos, com o verdadeiro afeto, sem o desejo que sente na pele.

Lindor apenas sobrevive. Não sabe o que lhe aguarda.

Os pensamentos confundem desejos e fantasias.

Chora e ri. Nem sabe o que sente.

Diz: “Eu queria apenas não ser quem sou”

Quer ser uma pessoa mais ou menos?

“A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos…

 TUDO BEM!
 O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum…
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
 Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.”
Chico Xavier

E porque isso José?

José sempre teve um desejo. Queria ter filhos.
Trabalhava muito e quase não descansava.
Agora José não é mais o mesmo de outrora.
Vive com medos e pensamentos ruins.
A insegurança o maltrata.
Os pensamentos lhe afligem.
Tanto queria carregar um filho nos braços.
E agora José não tem coragem.
Seus pensamentos o condenam.
Tem medo de si.
Culpado! Culpado! Gritam-lhe os pensamentos.
-Mas José, porque tem medo?Porque a culpa?
-Não sei! Acho que posso fazer mal.
-E porque isso José?
-Não sei quem sou, tenho medo de mim.
E agora José terá uma batalha.
Talvez a mais difícil de todas.
José tem que vencer a si próprio.
Superar suas inseguranças e medos.
Vencer seus bloqueios e traumas.
Melhorar sua auto-confiança
E seus pensamentos?
-Ora bolas!! São apenas frutos de sua mente.

Escritas e perspectivas

Tudo depende de suas atitudes.
E as atitudes controla m nossas vidas.
A disposição interior, mais que qualquer outra coisa, pode dar a perspectiva adequada e a faculdade para resolver qualquer situação no roteiro de sua vida.

Então, olhando para essas folhas em branco, o que você pensa?
Que roteiro seria sua escolha ideal?
“Os desejos da vida formam uma corrente cujos elos são as esperanças.”
Séneca

Vamos semear…

Uma mulher caminhava por um mercado quando viu uma loja nova. Ao entrar, assustou-se, pois viu que Deus, em pessoa, estava atendendo no balcão.

-Pode pedir o que quiser, disse Ele.

Depois de pensar por um momento, ela virou-se para o Altíssimo:

-Quero ser feliz, disse. Quero paz, dinheiro, felicidade, e quero ir para o céu quando morrer.

Ao concluir seu pedido, refletiu um pouco e achou que estava sendo egoísta. Resolveu, então, incluir outras pessoas no pedido:

-E quero que tudo isto seja também concedido aos meus amigos.

Deus abriu alguns potes que estavam nas prateleiras atrás d’Ele, pegou vários grãos e estendeu-os para a mulher:

-Aí estão as sementes, disse Ele. Aqui nós não vendemos os frutos.

Ilusão de ótica

“O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo – numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.”
Albert Einstein