Dicas para estimular bons sentimentos

Acerta quem quer permanecer com os bons sentimentos de uma criança.  Que a inocência, apesar das dores e dos anos vividos, não nos abandone.
Acerta quem quer permanecer com os bons sentimentos de uma criança.
Que a inocência, apesar das dores e dos anos vividos, não nos abandone.

Você acha que o segredo da boa saúde é ter uma prateleira cheia de remédios, então está enganado. A solução pode ser mais simples: basta aprender a cultivar bons sentimentos. Em certos casos, o simples fato de rir, por exemplo, pode ser muito mais benéfico do que tomar um remédio.

Saber perdoar, ter generosidade e humildade são outras atitudes mais eficientes para a saúde do que frequentar vários médicos. “Essas atitudes fazem com que o organismo bloqueie a produção de substâncias prejudiciais à saúde e evita futuras doenças”, e o melhor: explorar as boas emoções não custa nada!

5 sentimentos para ter mais saúde

Alegria
Quem cultiva bom humor, em vez de raiva, fica menos vulnerável a doenças. Mais: a capacidade de se divertir reduz o estresse e ensina a lidar melhor com problemas.

Perdão
Estudo da Universidade de Tennessee (EUA) mostrou que quem perdoa tem melhor pressão arterial do que quem guarda mágoas.

Generosidade
Fazer o bem (não importa a quem, lembre-se!) reduz os batimentos cardíacos.

Otimismo
Os otimistas têm menos probabilidade de morrer de doenças cardíacas ou de um derrame cerebral.

Tranquilidade
Ela reduz o risco de problemas no coração.

5 dicas para estimular os bons sentimentos

1. Faça exercícios físicos regulares.

2. Coma seis porções de frutas ou legumes por dia.

3. Descubra seu “talento oculto”, algo que goste de fazer, como dançar,cantar, bordar…

4. Adote um animal de estimação.

5. Aprenda a ver o lado positivo de certas situações negativas.

 

NOTA: A imagem utilizada acima é de Donald Zolan, o mesmo pintor das imagens abaixo.

Donald Zolan

Nasceu em 1937 em Brookfield, Illinois, no seio de uma família com quatro gerações de artistas, começou a desenhar aos três anos de idade e aos cinco criou a sua primeira aquarela, copiando a imagem de um livro de quadradinhos da Walt Disney. Aos treze anos, recebeu uma bolsa do prestigiado Instituto de Arte de Chicago.

Após a formatura, foi selecionado como aprendiz de Haddon Sundblom, um famoso ilustrador conhecido como o Papai Noel da Coca-Cola, e de lá percorreu um caminho reto para o sucesso.

Foi reconhecido como o maior pintor das Américas na área infantil e teve muita popularidade por este trabalho inteiramente dedicado às crianças e sempre envolvido nos sentimentos de delicadeza, ternura, alegria, inocência e espontaneidade de amor.

Captou a alegria e a maravilha da infância com uma energia inconfundível e naturalidade desinibida.

Em cada uma de suas pinturas, ele sempre incluiu algum aspecto de suas experiências de infância. Sempre reconheceu e valorizou o papel positivo dos pais em seu trabalho e a dimensão espiritual em sua vida desde a descoberta de sua vocação.

Suas pinturas estão presentes nas melhores galerias de arte e museus e também podem ser encontradas em placas, bonecos, figurinos, quebra-cabeças, cartões e muitos outros objetos.

Zolan faleceu em Julho de 2009.

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Bilhete sem destino

Cada ação, por menor que pareça, encerra em si mesma as escolhas, motivações e consequências. Ainda que não sejamos dados a grandes reflexões, nossas escolhas afetam diretamente aqueles que cruzam o nosso caminho.

Uma coisa é certa, nenhum de nós escapa de falhar. O erro é prerrogativa de outras conquistas de estirpe mais nobre, como a maturidade, o sucesso e a estabilidade. No entanto, enquanto não tivermos alguma afinidade com os tombos inevitáveis e os equívocos de percurso, jamais estaremos maduros para compreender o quanto é efêmero o sucesso e o quanto é ilusória a estabilidade.

O que tem de mais bonito nessa viagem maravilhosa que é a vida é que o bilhete não tem destino certo. Vamos colecionando olhares, registrando paisagens, experimentando sabores estranhos até que entendemos, por fim, que uma grande jornada se faz com pequenas e profundas incursões para dentro de nós.

Às vezes, a vida vem em flashes na cabeça. Retalhos. Sonhos que se realizaram. Ou não. Objetivos que alcançamos. Ou não. Frutos que deixamos. Sementes que plantamos. Palavras que nunca deveríamos ter dito. Outras que calamos por pensarmos demais. Aventuras. Riscos. Medos. Coragens. Viagens. Amigos. Tropeços. Erros. Acertos.

Um mundo de pequenos cacos de espelhos que refletem quem somos. Um dia, tudo isso passará. Deixaremos a Terra para voltar à casa verdadeira, como creem uns; ou para evaporar para sempre, como creem outros. Todos nós partiremos daqui um dia! Uns mais cedo, outros mais tarde.

Então vamos nos maravilhar com as belezas e perfeições que, na correria do cotidiano, muitas vezes nos passam despercebidas aos olhos. Vamos fazer uma viagem do macro ao micro e maravilhar-nos com cada detalhe.

Lenda da carpa – O Dragão dourado

Segundo esta lenda, muito antiga por sinal, a carpa tinha que atingir a fonte do rio que corta a China, o Huang Ho (Rio Amarelo), na época da desova. Para isso, tinha que nadar contra a correnteza e saltar cascatas até à montanha Jishinhan. A carpa que alcançasse o topo tornava-se um dragão.
Por causa dessa crença, acredita-se que uma carpa subindo a correnteza de um rio significa força, coragem e determinação para alcançar objetivos e superar dificuldades. Já uma carpa descendo significa objetivos alcançados ou metas cumpridas. 
Todos nós podemos ser como as carpas. Devemos correr atrás de nossos sonhos e objetivos. Afinal, temos dentro de nós um potencial infinito para a felicidade, harmonia, inteligência e todos os demais atributos que pudermos desenvolver. É não se deixar abater diante das dificuldades como ensina o provérbio Nanakorobi Yaoki (Se cair sete vezes, levante 8).
Mas isso não é uma tarefa fácil, pois teremos que sair de nossa zona de conforto e “atravessar grandes vales e cascatas”, como as carpas. Mas conforme formos nos acostumando e nos movendo, veremos o quanto somos capazes e como é grande o potencial que temos dentro de nós.
Acredite sempre nos seus sonhos e vá a luta que conseguirá chegar aos seus objetivos!
“A carpa japonesa (koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros – mas pode atingir três vezes este tamanho, se colocada num lago.
Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual e intelectual.
Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos. Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, ao invés de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.”- Paulo Coelho

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